Comprar um imóvel é um dos passos mais importantes da vida financeira de qualquer pessoa. E para grande parte dos brasileiros, essa conquista se torna possível por meio do financiamento imobiliário.
Neste artigo, você entenderá como funciona esse processo e quais pontos devem ser avaliados antes de contratar o seu financiamento. Confira:
Como funciona o financiamento imobiliário?
O financiamento imobiliário é um crédito concedido por bancos ou instituições financeiras para que o comprador adquira um imóvel — seja ele novo, usado, na planta ou para construção.
Em resumo, você financia parte do valor do imóvel e paga esse crédito em parcelas mensais que podem se estender por até 420 meses, dependendo da instituição.
As principais etapas do financiamento são:
1. Análise de crédito
O banco avalia seu perfil financeiro, considerando renda, histórico de pagamento, score e capacidade de endividamento. Nessa etapa se define o valor máximo que poderá ser financiado e a entrada necessária.
2. Escolha da modalidade de financiamento
Sistema Financeiro de Habitação (SFH): utiliza recursos do FGTS e tem taxas mais atrativas ou Sistema Financeiro Imobiliário (SFI): mais flexível e sem limites de valor do imóvel.
3. Aprovação do imóvel
Após sua aprovação, o banco avalia a documentação e as condições do imóvel. Ele precisa atender a uma série de requisitos legais e estruturais.
4. Assinatura do contrato e liberação do crédito
Com tudo aprovado, você assina o contrato e o valor é liberado ao vendedor ou à construtora — no caso de imóveis na planta, a liberação ocorre conforme o avanço da obra.
O que avaliar antes de contratar um financiamento?
Escolher um financiamento exige atenção a vários fatores. Veja os principais:
1. Capacidade real de pagamento
Analise sua renda e despesas mensais. É essencial que a parcela caiba no seu orçamento sem comprometer sua qualidade de vida.
Dica: especialistas recomendam que a parcela não ultrapasse 30% da renda familiar.
2. Taxas de juros e CET
Compare as taxas de juros oferecidas pelos bancos. Além disso, observe o Custo Efetivo Total (CET), que inclui seguros obrigatórios, tarifas e outros encargos.
O CET é o que realmente determina quanto você pagará pelo financiamento ao longo do contrato.
3. Sistema de amortização
Os dois principais sistemas são:
Tabela SAC: parcelas começam mais altas e diminuem ao longo do tempo.
Tabela PRICE: parcelas fixas, com variação apenas pelo índice de correção.
Cada modelo atende perfis diferentes — por isso, vale simular antes de decidir.
4. Prazo de pagamento
Quanto maior o prazo, menor a parcela inicial. Porém, mais juros são pagos no total.
Encontrar o equilíbrio entre parcela acessível e custo total é essencial.
5. Possibilidade de usar o FGTS
O FGTS pode ser usado para entrada, amortização ou diminuição do saldo devedor. Verifique se o imóvel e o tipo de financiamento permitem essa utilização.
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